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Obrigado por seu despacho do dia 13. Receio que não seja possível enviar tropas extras no momento. Acabei de receber o aviso de Londres de que todas as tropas são necessárias em outros lugares, que considerações orçamentarias impossibilitam a mobilização de novos recrutas na índia ou em qualquer outro lugar; assim, você terá de operar com o que tem. Contudo, estou enviando outra fragata a vela, de vinte canhões, H.M.S. Avenger, num empréstimo temporário. Mas pode ter certeza de que se houver um grande ataque a Iocoama, este será devidamente punido, no momento oportuno.



Fui instruído por Londres a informá-lo das seguintes diretivas, para ação prudente imediata: deve cobrar a indenização exigida, junto com a entrega dos assassinos (ou testemunhos de seu julgamento e execução), punir e submeter o tirano responsável, Sanjiro de Satsuma. Devo ainda comunicar que os efetivos da marinha e exército que têm agora à sua disposição são considerados mais do que adequados para lidarem com um príncipe insignificante.





Babcott soltou um assovio e só falou após longo momento:



— Um bando de idiotas, todos eles.



Sir William riu.



— Pensei a mesma coisa. Mas feito o comentário, o que você acha?



— “Ação prudente imediata”? Isso é uma contradição.



— A verbosidade diplomática não encobre seus rabos, obviamente.



— Já temos a indenização e...



— O ouro foi adiantado por conta de Sanjiro. Foi um empréstimo, não um pagamento pela parte culpada.



— Tem razão. E é bem provável que os dois assassinos estejam mortos.



— É verdade, mas foi por acaso, não como uma punição pelo crime e não há cem por cento de certeza.



— Concordo. Nós... — Babcott suspirou. — O que eu acho? Aqui entre nós, que você já decidiu desfechar um ataque punitivo contra Sanjiro, provavelmente em Kagoshima, ainda mais agora que Yoshi concedeu sua aprovação tácita.



— Possível aprovação. O despacho e minhas respostas são suficientes para convencer Ketterer de que um ataque foi autorizado?



— Não há qualquer dúvida a respeito. Eles lhe deram as diretivas. O despacho torna o ataque obrigatório, por mais que eu o desaprove e considere uma estupidez.



— Porque é um médico?



— Isso mesmo.



— Se algum dia tiver de assumir o comando, George, espero que esqueça que é um médico.



— Não precisa dizer isso, William. Sei em que lado do pão está a minha manteiga. Enquanto isso, não deposite sua confiança em príncipes, burocratas ou generais, pois eles alegarão conveniência, ao mesmo tempo em que derramam seu sangue de uma distância segura. — Babcott levantou seu copo. — A Londres, Por Deus, como estou cansado!



— Enquanto isso, lembre-se que Maquiavel também disse: A segurança do Estado é o dever supremo do soberano ou algum outro chavão parecido.— Os olhos de Sir William faiscaram. — Agora, passemos a Anjo.



Babcott contou tudo. E, sendo indagado, deu seu diagnóstico abalizado.



— Seis meses. Um ano, não mais do que isso. Dependendo dos resultados dos testes.



— Interessante...



Sir William pensou bastante, por longo tempo. Lá fora, a noite assentara, a esquadra se recolhia. Ele fechou as cortinas contra as correntes de ar, foi até a lareira, atiçou o fogo.



— Pondo esse problema de lado por enquanto, minha propensão é ordenar uma presença naval imediata ao largo de Kagoshima, seguindo-se o bombardeio, se Sanjiro não nos der satisfações... tanto em benefício de Yoshi, Anjo e o Conselho de Anciãos, mas também pelo patife do Sanjiro. Especialmente por Yoshi.



— Enviar a esquadra para lá deixará a colônia exposta. O que me diz das informações sobre samurais nos cercando... vimos uma grande quantidade ao longo da Tokaidô.



— É um risco que temos de assumir.



Babcott fitou Sir William com firmeza e não disse mais nada. A decisão não era sua. Obedeceria feliz, como todos os outros, insistindo em participar da expedição. Ele se levantou.



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